Cientista de Coimbra nomeado membro honorário de instituto inglês para Antártida
O investigador da Universidade de Coimbra (UC) José Xavier, um dos cientistas nacionais com maior produção científica sobre as regiões polares, foi nomeado membro honorário do centro British Antarcitc Survey (BAS), anunciou hoje a UC.

2015-12-01 11:07:25 - (16 visualizações)
Para o instituto sediado em Cambridge (Reino Unido), é um grande prestÃÂgio pretender reconhecer e evidenciar a contribuição de um número restrito de indivÃÂduos chave, como José Xavier, para a ciência, operações e inovação cientÃÂficas do BAS, disse o diretor de ciência da instituição, David Vaughan, citado numa nota hoje divulgada pela UC.
O BAS está muito orgulhoso com a nomeação de José Xavier como membro honorário, em reconhecimento da nossa colaboração, sublinhou David Vaughan.
José Xavier, de 40 anos de idade, coordenador de projetos cientÃÂficos do BAS na Antártida e na UC, considerou que este reconhecimento internacional reflete o resultado de muitos anos de trabalho na instituição inglesa.
Trabalhar num instituto que lidera a investigação polar a nÃÂvel mundial é um orgulho e levar jovens investigadores portugueses regularmente a Cambridge, para trabalharem com alguns dos melhores cientistas, continuará a ser uma das minhas prioridades, assegurou o especialista da UC.
A colaborar com mais de dez paÃÂses e com publicações regulares de artigos em jornais de ciência de referência, José Xavier trabalha com o BAS desde 1997, tendo feito aàe na Universidade de Cambridge os seus doutoramento e pós-doutoramento, refere a UC.
Investigador convidado do BAS, José Xavier é, com outros colegas britânicos, coordenador do CEPH-BAS, programa que avalia a ecologia alimentar de pinguins, focas, albatrozes e outros predadores da Antártida.
O instituto, que desenvolve e coordena investigação interdisciplinar de qualidade internacionalmente reconhecida nas regiões polares, faz parte da Natural Environment Research Council (NERC) e possui mais de 400 pessoas, trabalhando conjuntamente para produzir ciência nas regiões polares.
O BAS opera cinco estações cientÃÂficas, dois navios e cinco aviões na Antártida, tenta responder a questões de importância global e regional e a investigação que realiza envolve projetos cientÃÂficos com mais de 120 colaborações nacionais e internacionais, incluindo Portugal.
ÂÂ
Fonte: http://www.noticiasaominuto.pt