Trabalhadores da Galp manifestam-se para "parar ofensiva"
Os trabalhadores das refinarias de Sines e de Matosinhos estão hoje a manifestar-se junto í sede da Galp, em Lisboa, reivindicando, entre outros assuntos, o fim da "ofensiva da administração contra a contratação coletiva e os direitos nela consagrados".

2016-01-15 12:49:13 - (14 visualizações)
Os manifestantes, que irão seguir para a Assembleia da República na continuidade da ação de luta, acusam a administração da Galp Energia de ter gerado milhões e milhões de lucros e ter uma atitude de empresa de vão de escada.
Rogério Silva, coordenador da Fiequimetal - Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, QuÃÂmicas, Elétricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas, afirmou que, em vez de contribuir para o aumento da qualidade de vida dos que trabalham, a administração despreza os seus trabalhadores.
Para o sindicalista, a administração da Galp é trauliteira e Américo Amorim, presidente da empresa, é o principal responsável pela situação dos trabalhadores.
Segundo o comunicado emitido pelo sindicato, esta ação insere-se igualmente na resposta ao despacho antigreve com que o atual Governo, tal como o anterior, se colocou ao lado dos grupos económicos e contra os direitos dos trabalhadores.
Com palavras de ordem como Petrogal ganha milhões a tirar aos trabalhadores ou a luta continua, Amorim para a rua, cerca de meia centena de manifestantes dirigiram-se para a Assembleia da República.
Os trabalhadores da Petrogal estão em greve desde o dia 08 de janeiro nas refinarias de Sines e de Matosinhos, prolongando a sua luta nos próximos três meses.
Fonte: http://www.noticiasaominuto.pt