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Extensão do DocLisboa regressa a Macau

O Festival Internacional DocLisboa chega pela terceira vez a Macau, através de uma extensão trazida pelo Instituto Português no Oriente (IPOR), e este ano integra também uma secção dedicada í s produções e realizadores de Macau.



2016-01-19 09:35:21 - (176 visualizações)

De 27 de janeiro a 05 de fevereiro são exibidos em Macau os nove filmes de realizadores portugueses que competiram no DocLisboa14 e os vencedores das edições de 2014 das competições locais Sound & Image Challenge e European Union Short Film Challenge, além de uma sessão para outros realizadores de Macau.

O festival abre com Mio Pang Fei, um documentário do realizador de Macau Pedro Cardeira sobre um conceituado artista plástico chinês que se interessou pela arte moderna numa época em que esta era considerada antirrevolucionária pelo regime do seu país. Mio Pang Fei acabou por se refugiar em Macau onde desenvolveu um novo estilo de pintura baseado no cruzamento das técnicas artísticas ocidentais com o espírito cultural chinês, a que chamou Neo-Orientalismo, segundo explica o IPOR, no programa hoje divulgado.

No dia 28 é exibido Volta à Terra, do português João Pedro Plácido, que estará presente para falar sobre o filme e responder às perguntas da audiência.

Volta à Terra conta a história de uma comunidade em extinção, de 49 camponeses que praticam agricultura de subsistência numa aldeia, Uz, nas montanhas do norte de Portugal.

A terceira sessão, no dia 29, é dedicada ao filme Fado Camané, de Bruno de Almeida, sobre o processo de criação do artista, e a quarta, a 02 de fevereiro, As Cidades e as Trocas, aborda a chegada da economia de escala a Cabo Verde e os efeitos que esta teve na transformação da paisagem física e humana da ilha.

Na quinta sessão vão ser exibidos três filmes, dois de Portugal -- Triângulo Dourado, de Miguel Clara Vasconcelos, e Da Meia Noite para o Dia, de Vanessa Duarte -- e um de Macau, Um Olhar sobre os Deficientes, de Zélia Lai.

Triângulo Dourado dá voz às memórias, encontros e sentimentos das viagens que levaram a personagem principal até Paris, e Da Meia Noite para o Dia lança um olhar sobre a memória coletiva e sentido de identidade dos trabalhadores fabris da Covilhã. Por fim, Um Olhar sobre os Deficientes, vencedor do Sound & Image Challenge, reflete sobre as dificuldades dos portadores de deficiências.

No dia 04 de fevereiro é exibido Flor Azul, do português Raul Domingues, e São, de Susana Valadas, sobre um dia na vida de uma operária fabril.

O último dia é dedicado a três obras: O Pesadelo de João, do português Francisco Botelho, e Western Star e Fonting the City, dos realizadores de Macau Wu Hao I e Wallace Chan, respetivamente.

Western Star, vencedor do European Union Short Film Challenge, relata o encontro de uma mulher natural de Macau, que tem feito a sua vida no estrangeiro, com um homem que conhece na sua cidade natal, quando a visita como turista.

Fonting the City conta a história de um grupo de designers que percorre Macau em busca de caligrafias esquecidas, encontrando letreiros de lojas antigas, carateres manuscritos de antigos artesãos e até exemplos de caligrafia pós-década de 80 numa ementa de chá.

As sessões decorrem às 18:30 no auditório do Consulado-geral de Portugal em Macau.

Fonte: http://www.noticiasaominuto.pt

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