Contabilista






Sindicatos acusam PSP de perseguir dirigentes e delegados

Em causa está a transferência de dirigentes e delegados sindicais para funções administrativas, sem aviso prévio.



2016-01-28 22:14:31 - (51 visualizações)

A TVI noticia esta noite que os sindicatos acusam a PSP de perseguir dirigentes e delegados sindicais. Caso a situação não seja resolvida, os sindicatos prometem levar os casos a tribunal.

Neste momento, há três sindicatos revoltados com as transferências de dirigentes e delegados sindicais

Foi a 15 de janeiro que o dirigente do Sindicato Independente dos Agentes de Policia (SIAP) recebeu uma notificação para mudar de serviço no dia seguinte. Carlos Domingos vai ter de abandonar a rua para ficar na secretaria do comando de Faro.

“Não tenho competência nenhuma. Sou polícia, fui formado pelo Estado português como polícia. De repente dizem que tenho que ir para um serviço administrativo”, conta à televisão de Queluz, acrescentando que assim é “um operacional a menos na rua para ficar entre quatro paredes. 

Em Faro, as mudanças de serviços afetam dois dirigentes e dois delegados sindicais.

Já o presidente do SIAP, Carlos Torres, revela que a última situação que tiveram conhecimento foi em Bragança, de um colega que estava colocado numa esquadra e foi transferido de uma forma ilegal porque era um delegado sindical.

A lei indica que nenhum dirigente e nenhum delegado pode ser transferido sem o acordo expresso e sem o sindicato ser comunicado.

Fonte: http://www.noticiasaominuto.pt

14/02/2016 - 06:14:47 (99)
Barack Obama vai nomear um novo juiz para o Supremo Tribunal antes de deixar a Casa Branca, para substituir o magistrado Antonin Scalia, falecido hoje aos 79 anos, apesar da ameaça de veto dos republicanos do Senado.
12/02/2016 - 13:35:26 (77)
Em causa está a tecnologia utilizada no Force Touch e 3D Touch nos smartphones da tecnológica.
12/02/2016 - 06:35:39 (72)
O Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela (STJ) declarou em vigor na quinta-feira í  noite o decreto do Presidente Nicolás Maduro que declara o estado de emergência económica no país, que havia sido chumbado pelo parlamento.