Fidelidade será das seguradoras mais competitivas
Na China, os nomes costumam ter apenas duas ou três sílabas, mas os executivos do Fosun já se habituaram a pronunciar "Fidelidade" í portuguesa, e quando falam do presidente da seguradora, Jorge Magalhães Correia, dizem simplesmente "Jorge".

2015-06-22 03:21:34 - (82 visualizações)
O tom, visivelmente caloroso, evidencia a satisfação pela compra de 84,9% do capital da Fidelidade, o maior investimento da história do Fosun, no valor de 1.100 milhões de euros.
O seu presidente, Guo Guangchang, conhecido como o Warren Buffet da China, tornou-se um dos homens mais ricos do país, com uma fortuna avaliada em 9.300 milhões de dólares pela revista norte-americana Forbes.
O grupo, que emprega cerca de 100.000 pessoas na China continental e está cotado na Bolsa de Hong Kong, comprou nos últimos anos participações em grandes marcas globais, nomeadamente o Club Mediterranee e o Cirque du Soleil.
Criado em 1992 com um investimento de 4.000 dólares, o Fosun é considerado um dos mais lucrativos consórcios privados da China, com um valor de capitalização cerca de cinco milhões de vezes superior ao capital inicial.
O alvo é a emergente classe média chinesa, estimada hoje em cerca de 200 milhões de pessoas, e que segundo aquele empresário, cresce 16% ao ano.
Estamos muito interessados em tudo o que diga respeito a cuidados de saúde e a um estilo de vida feliz, realçou Liang Xinjun acerca da estratégia de desenvolvimento do Fosun.
Já este ano, a Fidelidade comprou dois edifícios no Japão e outro na Austrália, num investimento total de cerca de 336,7 milhões de euros, e pagou 140 milhões de dólares por uma participação de 5% na centenária agencia britânica de viagens Thomas Cook.
Não se deve investir apenas num país. Se as coisas correm mal nesse país, corre tudo mal, disse o CEO do Fosun, citando a Grécia.
No encontro com jornalistas portugueses, Liang Xinjun indicou que o Fosun encoraja a Fidelidade a fazer negócios em todos os países da OCDE (organização constituída pelas 34 economias mais avançadas do planeta), mas de forma diversificada.
Fiquei muito surpreendido com a qualidade da gestão da Luz-Saúde, bastante eficiente e inovadora, e com a excelência dos seus serviços, observou um executivo da Fosun, John Ma, contratado nos Estados Unidos.
Naquele setor, sobressaiu a compra da Espírito Santo Saúde (atual Luz-Saúde), em dezembro passado, por 460 milhões de euros.
A Fidelidade tem servido também para o Fosun ampliar a sua implantação internacional, nomeadamente na área do turismo, imobiliário e saúde.
Pelas contas do grupo, em 2014 - o primeiro ano da era Fosun - os lucros líquidos da Fidelidade subiram 61%, para 190 milhões de euros, confirmando a empresa como líder do setor em Portugal, com um quota de mercado estimada em 30%.
Dentro de dois/três anos, a Fidelidade estará entre as cinco ou as três seguradoras mais competitivas de toda a Europa, disse o CEO do Fosun, Liang Xinjun, em inglês, num encontro com jornalistas portugueses na sede do consórcio, em Xangai.
O seu presidente, Guo Guangchang, conhecido como o Warren Buffet da China, tornou-se um dos homens mais ricos do país, com uma fortuna avaliada em 9.300 milhões de dólares pela revista norte-americana Forbes.
O grupo, que emprega cerca de 100.000 pessoas na China continental e está cotado na Bolsa de Hong Kong, comprou nos últimos anos participações em grandes marcas globais, nomeadamente o Club Mediterranee e o Cirque du Soleil.
Criado em 1992 com um investimento de 4.000 dólares, o Fosun é considerado um dos mais lucrativos consórcios privados da China, com um valor de capitalização cerca de cinco milhões de vezes superior ao capital inicial.
O alvo é a emergente classe média chinesa, estimada hoje em cerca de 200 milhões de pessoas, e que segundo aquele empresário, cresce 16% ao ano.
Estamos muito interessados em tudo o que diga respeito a cuidados de saúde e a um estilo de vida feliz, realçou Liang Xinjun acerca da estratégia de desenvolvimento do Fosun.
Já este ano, a Fidelidade comprou dois edifícios no Japão e outro na Austrália, num investimento total de cerca de 336,7 milhões de euros, e pagou 140 milhões de dólares por uma participação de 5% na centenária agencia britânica de viagens Thomas Cook.
Não se deve investir apenas num país. Se as coisas correm mal nesse país, corre tudo mal, disse o CEO do Fosun, citando a Grécia.
No encontro com jornalistas portugueses, Liang Xinjun indicou que o Fosun encoraja a Fidelidade a fazer negócios em todos os países da OCDE (organização constituída pelas 34 economias mais avançadas do planeta), mas de forma diversificada.
Fiquei muito surpreendido com a qualidade da gestão da Luz-Saúde, bastante eficiente e inovadora, e com a excelência dos seus serviços, observou um executivo da Fosun, John Ma, contratado nos Estados Unidos.
Naquele setor, sobressaiu a compra da Espírito Santo Saúde (atual Luz-Saúde), em dezembro passado, por 460 milhões de euros.
A Fidelidade tem servido também para o Fosun ampliar a sua implantação internacional, nomeadamente na área do turismo, imobiliário e saúde.
Pelas contas do grupo, em 2014 - o primeiro ano da era Fosun - os lucros líquidos da Fidelidade subiram 61%, para 190 milhões de euros, confirmando a empresa como líder do setor em Portugal, com um quota de mercado estimada em 30%.
Dentro de dois/três anos, a Fidelidade estará entre as cinco ou as três seguradoras mais competitivas de toda a Europa, disse o CEO do Fosun, Liang Xinjun, em inglês, num encontro com jornalistas portugueses na sede do consórcio, em Xangai.
O tom, visivelmente caloroso, evidencia a satisfação pela compra de 84,9% do capital da Fidelidade, o maior investimento da história do Fosun, no valor de 1.100 milhões de euros.
Fonte: http://www.noticiasaominuto.pt