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Morreu Rui Semedo, presidente do Banco Popular Portugal

Rui Semedo, presidente do Banco Popular em Portugal, morreu sexta-feira com 57 anos, vítima de cancro, confirmou uma fonte oficial do banco espanhol.



2015-07-04 09:45:04 - (125 visualizações)

Segundo a mesma fonte, as exéquias fúnebres de Rui Semedo estão, desde as 14:00, a realizar-se na igreja de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, na avenida de Berna, em Lisboa, seguido de cortejo para o cemitério.

Rui Semedo tinha sido reeleito presidente do Banco Popular no final de março, tendo o seu cargo sido confirmado, há alguns dias, pelo Banco Central Europeu, entidade supervisora da instituição financeira.

Rui Semedo nasceu a 21 de abril de 1958, em Elvas, e, aos 18 anos, mudou-se para Lisboa.

O banqueiro era casado, tinha dois filhos, e passou pelo Ministério da Administração Interna em 1981 para depois integrar os quadros do Banco Pinto & Sotto Mayor, que mais tarde foi absorvido pelo BCP.

Já em 1987, mudou-se para o BCP, onde esteve até 2003 como diretor-geral da área de banca privada internacional. Esteve ainda em Macau onde foi presidente da Companhia de Seguros de Macau e presidente do Banco Comercial de Macau.

Antes de ingressar no Banco Popular, esteve nas sucursais portuguesa e espanhola do Barclays, como presidente executivo e Country Manager, respetivamente.

Rui Semedo entrou para o Banco Popular de Portugal em 2007.

Fonte: http://www.noticiasaominuto.pt

04/07/2015 - 13:45:06 (105)

O Banco de Portugal lamentou hoje, numa nota enviada í  agência Lusa, a morte do presidente do Banco Popular em Portugal, Rui Semedo, destacando a carreira profissional do banqueiro.
08/07/2015 - 13:00:05 (164)

Carlos ílvares foi hoje nomeado presidente do Banco Popular Portugal, em substituição de Rui Semedo, que morreu na semana passada, foi hoje anunciado.
02/09/2015 - 16:49:06 (180)

O secretário-geral do PS, António Costa, voltou hoje a criticar o Governo e o governador do Banco de Portugal por causa do processo relacionado com a extinção do BES e a criação do Novo Banco, acusando-os de "desleixo".