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Funcionários das escolas contra precariedade

Os trabalhadores em funções públicas e sociais exigiram hoje que o Ministério da Educação corrija os rácios de pessoal nas escolas, afirmando que se mantém a precariedade no setor, com contratos por meses e í  hora.



2015-08-24 16:07:23 - (102 visualizações)

Em comunicado, a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais continua a exigir que o Ministério da Educação proceda a uma verdadeira correção da portaria de rácios, atribuindo às escolas o número de trabalhadores que corresponda às suas reais necessidades.

De acordo com a federação, que representa os trabalhadores não docentes, a sazonalidade e a precariedade continuam a marcar as relações de trabalho nos estabelecimentos de educação e ensino da rede pública.

Os sindicatos afirmam que o anunciado recrutamento de 2.882 trabalhadores não docentes, para escolas da rede pública, em todo país, não corresponde nem a metade do pessoal em falta.

Verifica-se agora, pelos anúncios publicados, que os contratos têm a duração do ano letivo, ou seja, de nove meses. Com isto, estamos confrontados com o agravamento da sazonalidade no setor, lê-se no documento.

Para a federação, a falta de funcionários nas escolas fica igualmente provada com o facto de simultaneamente estarem a ser publicados anúncios para o recrutamento de trabalhadores com contratos à hora, a exemplo do que aconteceu em anos anteriores, em que havia centenas e centenas de trabalhadores a exercerem funções nas escolas, duas a três horas por dia, durante trinta dias e por vezes menos tempo.

A contratação de 2.822 funcionários para as escolas começou no início do mês.

 

Fonte: http://www.noticiasaominuto.pt

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Desde o início de janeiro as escolas assinaram 1.292 Contratos Emprego-Inserção (CEI) com desempregados e beneficiários do rendimento social de inserção, adiantou í  Lusa o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), que não revela dados por ano letivo.
22/06/2015 - 03:21:59 (108)

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O Provedor de Justiça detetou irregularidades na contratação de pessoal para as Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) nas escolas e apresentou recomendações ao Ministério da Educação para tentar evitar que as situações se repitam.