Contabilista






Colocações: Lista mostra "dimensão da destruição de postos de trabalho"

O Ministério da Educação e Ciência divulgou, esta sexta-feira, a lista de colocações dos professores para o próximo ano letivo que arranca já em setembro.



2015-08-28 18:28:24 - (177 visualizações)

Agora, os 3.782 docentes contratados têm até terça-feira para aceitarem o horário em que foram colocados e até quarta-feira para se apresentaram ao serviço na respetiva escola.

Mas a lista foi alvo de críticas por parte da Federação Nacional de Professores (Fenprof) que, em comunicado, indica que “o número de docentes com horário-zero, que não obteve colocação nesta primeira vaga, aumentou em 30,2%, passando de 917 em 2014 para os atuais 1.194”.

As críticas não se ficam por aqui. Na mesma nota, a Fenprof lembra que “cerca de 90% dos candidatos a um contrato não foram colocados” e que “ficaram por preencher 2.132 horários”.

“Estes aspetos revelam bem a dimensão da destruição de postos de trabalho levada a cabo por este Governo nos últimos anos”, lê-se no comunicado.

Esta plataforma sindical garante ainda não perceber como ficaram tantos professores sem trabalho, tendo em conta a “aposentação de milhares de professores, a saída de quase dois mil docentes por rescisão, o alargamento da escolaridade obrigatória, cuja concretização se concluiu no ano que terminou, e ainda a criação de um novo grupo de recrutamento”.

 “Estes dois primeiros aspetos revelam bem a dimensão da destruição de postos de trabalho levada a cabo pelo governo nos últimos anos”, acusa a Fenprof.

Fonte: http://www.noticiasaominuto.pt

11/08/2015 - 10:28:25 (136)

Quem o garante é o presidente da secção regional sul da Ordem dos Enfermeiros.
18/07/2015 - 14:15:04 (173)

O secretário-geral do PS acusou hoje o Governo de ter feito a maior destruição de postos de trabalho desde há muito tempo, considerando "muito grave" que o primeiro-ministro desconheça ou queira enganar os portugueses sobre o desemprego.
02/07/2015 - 00:30:05 (201)

A CGTP alertou hoje para destruição de 617 mil postos de trabalho entre 2008 e 2014, o que corresponde a 12,1% do emprego total, e considerou que o direito ao trabalho é cada vez cada vez mais limitado.