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MEXE quer manter ligação ao espaço público no Teatro São João

O festival de arte comunitária MEXE inicia a sua terceira edição na terça-feira, a decorrer no Porto até domingo, estreando-se em espaços do Teatro Nacional São João, embora o diretor sublinhe a continuidade da ligação ao espaço público.



2015-09-07 19:00:20 - (235 visualizações)

Nesta terceira edição, o festival continua a ter uma vocação claríssima para o espaço público. Pela primeira vez, temos um equipamento da cidade que serve de equipamento-âncora do festival, afirmou hoje à Lusa o diretor artístico, Hugo Cruz, que realçou o facto de a programação incluir música, teatro e dança.

A programação do evento inclui 27 ações, entre as quais o Encontro Internacional de Reflexão sobre Práticas Artísticas Comunitárias com 65 participações, numa parceria entre Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT) da Universidade Nova de Lisboa, a Universidade de Évora, a Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo e a organizadora do festival, a PELE.

Este ano o MEXE mexe com a nossa ideia de multiculturalidade numa Europa profundamente dividida e confronta-se com a necessidade urgente de reflexão sobre as práticas artísticas comunitárias no contexto espaço-tempo que vivemos, pode ler-se na mensagem introdutória de Hugo Cruz ao programa deste ano.

Na terça-feira, a abertura do festival é feita no Teatro Nacional São João com a estreia do documentário Cidadãos de Corpo Inteiro, sobre a criação da peça Mapa -- O Jogo da Cartografia, com base no trabalho desenvolvido e consolidado no Porto, pela PELE, nos últimos sete anos e que se reflete na criação e continuidade de Grupos de Teatro Comunitário (Grupo AGE, Grupo Auroras - Lagarteiro, Grupo de Teatro Comunitário EmComum - Lordelo do Ouro, Grupo de Teatro Comunitário da Vitória - Centro Histórico e Grupo de Teatro de Surdos do Porto).

Neste contexto, vai ser com a peça Mapa, no Teatro Carlos Alberto, que o festival vai encerrar no domingo às 21:00, numa reflexão sobre o que é a cidade do Porto, como explicou Hugo Cruz.

Pelo meio, o programa inclui várias oficinas de trabalho e momentos como Política de Execução, peça realizada por um grupo de pessoas sem-abrigo e de atores profissionais húngaros, a ter lugar na Galeria Paris, no sábado.

Esta edição mantém igualmente, com grande esforço mas coerente com os seus princípios, a preocupação de acesso às diferentes áreas de programação de públicos diversos, mantendo a gratuitidade da maior parte das ações e nos casos de entrada paga um preço simbólico, acrescentou Hugo Cruz.

 

Fonte: http://www.noticiasaominuto.pt

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