Festival de curtas portuguesas chega a New Bedford
A quinta edição do New York Portuguese Short Film Festival chega esta quinta-feira í cidade de New Bedford, em Massachusetts, depois de ter passado em Cascais, Nova Iorque, Lisboa, Londres, Macau e Sidney.

2015-09-08 17:42:18 - (123 visualizações)
O festival é iniciativa do Arte Institute e chega já em Outubro a Vancouver, no Canadá, e até junho do próximo ano passa ainda no Brasil, África do Sul, Polónia, e Alemanha.
Queremos que este festival seja uma mostra dos realizadores portugueses noutros mercados e por isso vamos leva-lo a todos os continentes, disse a diretora do Arte Institute, Ana Ventura Miranda, à agência Lusa.
Em New Bedford, o festival vai acontecer no Museu da Baleação da cidade, em parceira com o consulado português.
Os filmes estarão divididos em duas sessões.
Na primeira, serão mostrados os filmes Exit Road, de Yuri Alves, Beasts, de Rui Neto e Joana Nicolau, Emmas Fine, de Miguel M. Matias, e Gu, de Pedro Marnoto Pereira.
Na segunda sessão, serão mostrados OBBE, de Joana Maria Sousa e Manuel Carneiro, Remissão Completa, de Carlos Melim, Rio, de António Pinhão Botelho, e Emília, de Diogo M. Borges.
Aos oito filmes em competição, junta-se a animação Gigante, de Júlio Vanzeler e Luís da Matta Almeida, e Amphi, de Iuri Monteiro and Inês Barroqueiro.
O júri que escolheu os dez filmes integrou o ator Ivo Canelas, a curadora de Cinema de São Paulo Letícia Santinon, Amanda Todd, do San Francisco Film Festival, e o bloguer de cinema Filipe Freitas.
Pedro Marnoto Pereira participa no festival pela segunda vez, depois de ter ficado em segundo lugar na competição em 2013, com a sua primeira curta-metragem, The Buffalo Kid.
Foi o meu primeiro filme e, quando me candidatei, a ideia era criar algum nome no circuito de festivais. Este foi o primeiro festival em que participei e depois consegui participar em mais três festivais em Nova Iorque e outros dois em Portugal, disse em Maio, na estreia do festival em Nova Iorque, à LUSA.
O realizador diz que as várias edições do festival, em diversos países, são uma grande vantagem para os jovens profissionais como ele.
Mostra-se o trabalho em Lisboa, aqui, depois Londres, outras cidades, e essa é a melhor parte, porque algumas pessoas acabam por tomar tempo para te escrever e dizer que gostaram do que viram, explica.
Fonte: http://www.noticiasaominuto.pt