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Seis mitos sobre o cancro da mama

Não caia em ideias de senso comum que podem estar erradas.



2015-10-14 06:56:30 - (85 visualizações)

No que toca ao cancro da mama os factos apontam que uma em cada oito mulheres será diagnosticada com esta doença ao longo da vida. Mas, como destaca a revista Women’s Health, há muita informação que simplesmente não é verdadeira.

A Breast Cancer Research Foundation (BCRF) aponta alguns mitos comuns sobre o cancro da mama para que tome decisões informadas sobre a sua saúde.

Mito 1. Só as mulheres é que têm cancro da mama. Os homens também podem ter cancro da mama, embora seja 100 vezes menos comum. Entre os homens o risco de diagnóstico é de cerca um em cada mil.

Mito 2. O cancro da mama só atinge pessoas mais velhas. No que toca à idade, o cancro da mama não faz discriminações. Nos Estados Unidos cerca de 12.880 mulheres com menos de 40 anos serão diagnosticadas com cancro da mama este ano, de acordo com a American Cancer Society.

Mito 3. O cancro da mama é igual em todas as pessoas. O cancro da mama é, de facto, várias doenças diferentes. Os cientistas estão agora a conhecer os maiores subtipos do cancro da mama para que no futuro possam ser realizados tratamentos cada vez mais personalizados.

Mito 4. O cancro da mama surge sempre em forma de quisto. Há muitos outros sinais que apontam um diagnóstico de cancro da mama. Incluindo o peito inchado, irritação da pele, inversão do mamilo, vermelhidão, descamação ou a saída de líquido, além do leite materno.

Mito 5. Os sutiãs com aro ou o desodorizante podem aumentar o risco de cancro da mama. Este é um mito muito antigo que já foi desmentido por inúmeros estudos. Apesar das sugestões em contrário, o Instituto Nacional do Cancro norte-americano sublinha que não há provas conclusivas que relacionem o uso de sutiã com aro ou de desodorizante com o cancro da mama.

Mito 6. Não precisa de fazer mamografias regularmente se seguir um estilo de vida saudável. Apesar de o exercício e a dieta saudável reduzirem o risco de cancro da mama, os cientistas ainda não compreendem totalmente o que provoca o cancro da mama ou o impacto de outros fatores ambientais. É por isso importante integrar as mamografias regulares no estilo de vida saudável. Fale com o seu médico para, com base no seu histórico de saúde familiar, perceber com que frequência deve fazer exames. 

Fonte: http://www.noticiasaominuto.pt

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