Contabilista






Essex anuncia despedimento coletivo "em breve"

Os trabalhadores da empresa de materiais elétricos Essex, localizada em Viana do Castelo, foram hoje confrontados com a possibilidade da administração vir a avançar "em breve" com um despedimento coletivo, informou fonte sindical.



2015-07-07 12:15:04 - (93 visualizações)

Em declarações à agência Lusa, o delegado do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Norte (SITE-Norte), Miguel Moreira, avançou que o aviso da administração foi transmitido de manhã e de tarde os trabalhadores fizeram um plenário para decidir como agir no futuro.

É prematuro falar em formas de luta porque os trabalhadores querem aguardar por saber quais as reais intenções da empresa. Mas foram apanhados de surpresa. É uma notícia muito triste e de grande preocupação, descreveu Miguel Moreira.

De acordo com o SITE-Norte, a Essex emprega 73 trabalhadores, com uma média de idades entre os 40 e os 45 anos.

Miguel Moreira apontou que, ao longo do plenário desta tarde, nenhum trabalhador soube precisar sobre quantos postos de trabalho poderá vir a recair esta intenção de despedimento, bem como disseram desconhecer que a empresa tivesse problemas financeiros.

A agência Lusa contactou a administração da empresa mas até ao momento nenhum responsável se mostrou disponível.

 

Fonte: http://www.noticiasaominuto.pt

28/07/2015 - 03:00:06 (119)

A Vodafone Espanha e Vodafone Ono comunicaram aos representantes dos trabalhadores um despedimento coletivo que pode abranger até um máximo de 1.300 trabalhadores, foi anunciado.
07/09/2015 - 06:14:33 (118)

O Governo timorense está a analisar e vai aprovar "muito em breve" legislação compreensiva para controlar a venda e consumo do tabaco em Timor-Leste, formalizando medidas transitórias já em vigor no país, afirmou hoje o primeiro-ministro.
28/07/2015 - 06:15:05 (117)

O Sindicato da Construção disse ter hoje obtido garantias da Soares da Costa do pagamento na próxima semana de um dos dois meses de salários em atraso em Angola e da suspensão do processo de despedimento coletivo em Portugal.